terça-feira, 6 de setembro de 2016

Essas são algumas culinárias e comidas tipicas do estado de Sergipe,tem muito mais venha conferir !!

Pamonha

Famoso caranguejo de Sergipe  

Tapioca nordestina

Peixe muito gostoso

pé de moleque  

bolo de milho com um cafezinho 

Camarão com um limão muito gostoso  

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Orla da atalaia ARACAJU-SE,A Orla de Atalaia é um dos mais belos cartões postais de Aracaju, considerada o maior centro de entretenimento e lazer de todo o Norte e Nordeste e o mais movimentado ponto turístico da capital.







Cidades históricas de SERGIPE

Há apenas 20 quilômetros da capital, o charmoso município de LARANJEIRAS, tombado pelo IPHAN desde 1996, é uma aula de história a céu aberto. São igrejas, casarios, ruas de pedra e museus que contam um pouco da formação de Sergipe e do Brasil, durante o período colonial e o auge da produção de cana-de-açúcar.

Caminhar por suas ruas, conferir seu folclore, artesanato e cultura, é um passeio pelas raízes do Brasil. Uma excelente opção para quem gosta do turismo histórico, a visita pode ser feita em uma manhã, passeando com calma e visitando as principais atrações.

Em Sergipe, a 23 km da capital, está a quarta cidade mais antiga do Brasil: São Cristóvão, primeira capital de Sergipe, posto que perdeu em 1855, quando o então Presidente da Província, Inácio Joaquim Barbosa, transfere a capital para Aracaju. A cidade foi fundada por Cristóvão de Barros, em 1 de janeiro de 1590 - época em que Portugal estava sob domínio do Rei Felipe II da Espanha e  Portugal -, recebendo seu nome em homenagem a Cristóvão de Moura, representante do rei da Espanha em Portugal.
Tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional desde 1939, São Cristóvão desenvolveu-se segundo o modelo urbano português em dois planos:
cidade alta com sede do poder civil e religioso, e cidade baixa com o porto, fábricas e população de baixa renda. O casario guarda nas fachadas a divisão social do Brasil Colônia, representando cada grupo de poder. Os tribeiras, os beiras e os eiras indicavam aos passantes quem ali morava. Se era rico ou pobre, poderoso ou não.